Conforme o presidente do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região (SindBancários), Mauro Salles, o abalo psicológico ainda é grande. “Uma servidora chegou na porta da agência e não conseguiu entrar. Colocamos uma psicóloga à disposição dos trabalhadores bem como a direção da empresa para auxiliá-los neste momento de dificuldade”, relatou.
O SindBancários solicitou na sexta-feira uma audiência na Secretaria de Segurança Pública (SSP) e Casa Civil para tratar do tema. “A possibilidade da retirada das portas giratórias, por exemplo, é um retrocesso que não pode ser admitido”, acrescentou Salles. Números da entidade apontam que somente nos dois primeiros meses do ano foram registrados 12 assaltos a banco contra dez no mesmo período do ano passado.
Negociações da Brigada Militar permitiram a libertação de reféns sem feridos. Foto: Cristiano Estrela