Segundo o major do 22º Batalhão de Polícia Militar (BPM), César Silva, um cliente do banco viu o artefato e acionou a Brigada Militar (BM). De acordo com o major, a suposta bomba seria composta por três bananas de dinamite ligadas a um telefone celular, mas ele não acredita que o material seja explosivo.
O Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) do Batalhão de Operações Especias (BOE) de Porto Alegre foi chamado para avaliar o objeto. Como a agência fica no térreo de um prédio residencial, os moradores foram orientados a deixar o imóvel até a chegada do Gate.