Polícia

Agentes do RS vão auxiliar no controle aos acessos aos morros cariocas

Quinze policiais da PF levam suas próprias armas ao Rio

Agentes do RS vão auxiliar no controle aos acessos aos morros cariocas
Agentes do RS vão auxiliar no controle aos acessos aos morros cariocas Foto : Fabiano do Amaral / CP
Os agentes policiais do Grupo de Pronta Intervenção (GPI ) da Polícia Federal (PF) no Rio Grande do Sul, que integrarão missão da Polícia Federal no Rio de Janeiro, terão a missão de controlar os acessos aos morros que estão em conflito na cidade. Conforme o superintendente adjunto da Polícia Federal gaúcha, José Antônio Dornelles, o grupo ajudará na retomada do território dos locais que estavam dominados pelos criminosos. "O delegado regional de combate ao crime organizado vai liderar a tropa gaúcha", disse Dornelles em entrevista coletiva concedida na sede da Polícia Federal, em Porto Alegre.

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Ao todo, 15 agentes do Rio Grande do Sul embarcariam para o Rio de Janeiro. No começo da noite desta sexta-feira, 12 sairiam do aeroporto Salgado Filho, em voo da TAM – nove de Porto Alegre, um de Rio Grande, um de Caxias do Sul e um de Bagé. Outros três agentes estavam em Brasília fazendo curso e suspenderam as atividades para se integrar à tropa. Ainda conforme Dornelles, cada policial embarca com seu próprio armamento: um fuzil, uma pistola e uma metralhadora.

"Esse é o momento de uma posição forte da Segurança Pública Gaúcha. A solicitação foi feita nesta sexta de manhã e prontamente atendida. Quinze homens do grupo tático do Rio Grande do Sul vão integrar a operação no Rio de Janeiro. Chegando lá, eles ficarão sob o comando da Polícia Federal Fluminense", disse o superintendente.

Conforme Dornelles, apenas agentes altamente preparados foram selecionados para integrar a ação. "Todos os policiais que estão indo para o Rio fizeram treinamento no Comando de Operações Táticas (COT). São agentes especializados, que estão prontos para tomada de reféns", finalizou.

O GPI da Polícia Federal do Rio Grande do Sul foi criado em agosto de 2009 em com o objetivo de realizar ações policiais em situação de risco diferenciado, nas quais se exigem técnicas, táticas e equipamentos especiais. O treinamento é contínuo e prepara os policiais para ocorrências de grande vulto e dificuldade.


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