O vice-presidente do Sindicato de Agentes, Monitores e Auxiliares de Serviços Penitenciários do Rio Grande do Sul (Amapergs), Flávio Berneira, aguarda um posicionamento da Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe). “Se o Estado não se antecipar, nós vamos seguir os ritos da Associação de Cabos e Soldados e procurar o Poder Judiciário. Além de não termos curso específico de direção, nossas viaturas são sucateadas, aumentando o risco de acidentes”, ressalta.
Para o superintendente da Susepe, Afonso Auler, a atividade dos agentes penitenciários é diferente da que é exercida pelos policiais militares. “Os agentes conduzem presos para audiências, hospitais e outros presídios. É diferente do trabalho da Brigada Militar, que se envolve em perseguições e operações. No entanto, estamos abertos ao diálogo”, disse Auler.