Polícia

Amigos de mulher morta em Taquara confirmam relacionamento conturbado com companheiro

Mais seis pessoas serão ouvidas nesta terça-feira

O delegado Luiz Carlos Aguiar de Abreu, responsável pela investigação do estrangulamento e morte de uma cozinheira em Taquara, ouviu nesta segunda-feira amigos e familiares da vítima. Os depoimenrtos confirmaram que Rosemari Melfior já havia sido agredida pelo parceiro várias vezes e que discussões entre o casal eram comuns. Nenhuma das seis pessoas ouvidas até agora, no entanto, afirmam que a mulher tenha recebido ameaças de morte do companheiro, que vivia com ela.

Nesta terça-feira, mais seis pessoas serão ouvidas pela Polícia Civil. De acordo com o delegado, Rosemari já havia registrado quatro ocorrências por agressão contra o companheiro. O principal suspeito do crime é o mecânico, de 30 anos, que morava com a vítima e que, desde o dia da morte da mulher, desapareceu. O delegado Abreu supõe que se trate de crime passional.

A cozinheira Rosemari Melfior, de 36 anos, foi estrangulada e teve o corpo jogado de uma ponte do Rio Paranhana às margens da RS-239, na divisa entre Taquara e Parobé, na quinta-feira passada. A vítima foi arremessada de uma altura de 20 metros. Ela trabalhava em Igrejinha e deixou dois filhos pequenos.