A suspeita é que esses animais tenham sido mortos com estricnina, um forte veneno ainda comercializado de forma ilegal em agropecuárias, vendido sob o argumento de que serve para matar roedores. O veneno geralmente é colocado em iscas para atrair os animais e sua absorção no organismo é muito rápida. Após a ingestão, o animal fica agitado, convulsiona e acaba morrendo por asfixia e insuficiência renal aguda.
Profissionais da saúde alertam que a contaminação, seja por animais ou por crianças e adultos, pode se dar por inalação, ingestão ou pelo simples contato com a pele. A 21ª Delegacia de Polícia investiga o caso. Envenenar animais é crime, como previsto nos artigos 29 e 32 da Lei Federal de Crimes Ambientais.