Com o homem de 30 anos e a mulher de 22 foram localizados mais de 700 pedras de crack, uma balança de precisão, dois revólveres calibre 38 com numeração raspada, uma pistola norte-americana calibre 9mm e mais de 100 munições de diversos calibres (.45, .38, .32, .380, 7,65 e 9mm).
Também foram apreendidos dois coletes balísticos, sendo um com a inscrição "Polícia Civil", cinco "jet loadres" (equipamento utilizado para rápido municiamento de revólveres), material para limpeza de armamento, dois "socos ingleses" e três rádiocomunicadores.
Os presos foram autuados em flagrante por tráfico de drogas, associação ao tráfico e porte ilegal de arma de fogo de calibre restrito. Após as formalidades legais, foram encaminhados ao sistema prisional.
Conforme o titular da 2ª Delegacia de Investigação de Homicídios e Desaparecidos (DHD), delegado Arthur Raldi, as investigações foram iniciadas após homicídio ocorrido no dia 13 de julho, no bairro Rubem Berta, onde um homem de 26 anos foi morto com diversos tiros.
Foi identificado o envolvimento da vítima com o tráfico de drogas e que a motivação do crime seria uma desavença relacionado a isso. A polícia constatou que os responsáveis pelo assassinato seriam os líderes do tráfico no bairro e também teriam participado de outras execuções ocorridas no local.
Os autores foram presos no começo da semana, após ser expedido mandado de prisão preventiva. Também houve representação para mandados de busca e apreensão nas casas de pessoas que guardariam forte armamento para a quadrilha, que intimidava e matava quem contrariasse suas ordens, conforme o delegado.