A metralhadora de calibre .50 e os fuzis 7,62 e 5,56 apreendidos com os criminosos após o ataque ao carro-forte da empresa Brinks em Bento Gonçalves, na Serra, na manhã dessa terça-feira, serão importantes para esclarecer outros roubos semelhantes que ocorreram no Rio Grande do Sul. É isso que acredita a Polícia Civil.
De acordo com o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), foram solicitadas perícias no armamento porque há possibilidade deles ter sido utilizados em outros ataques a agências bancárias no ano passado. Conforme a polícia, foram recuperados R$ 828 mil que haviam sido retirados do blindado pelos bandidos, em uma ação considerada audaciosa. No total, o veículo levava cerca de R$ 950 mil. O restante, R$ 122 mil, foi levados pelos ladrões que participaram da ofensiva.
Oito criminosos teriam atacado o carro-forte. Três homens – de 20, 35 e 38 anos – foram capturados em Monte Belo do Sul e os demais conseguiram fugir. As buscas seguem sendo feitas pelos agentes, que permanecem na região. O mais velho dentre os presos é da quadrilha de um dos maiores assaltantes de banco do Estado.
Armas apreendidas em ataque a carro-forte serão periciadas
Polícia acredita que metralhadora e fuzis possam ter sido usados em outros assaltos