Polícia

Assassino de Marielle teria deixado fragmento de digital

Crime cometido contra a vereadora carioca completa um mês no próximo sábado

Crime cometido contra a vereadora carioca completa um mês no próximo sábado
Crime cometido contra a vereadora carioca completa um mês no próximo sábado Foto : Miguel Schincariol / AFP / CP
Especialistas envolvidos na investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSol) e de seu motorista, Anderson Gomes, teriam identificado fragmentos de digitais nas cápsulas de pistola 9 milímetros usadas no crime. A princípio, elas não seriam suficientes para uma comparação com impressões digitais armazenadas em bancos de dados. Mas poderiam, no entanto, ser confrontadas com as de eventuais suspeitos. As informações foram divulgadas pelo jornal O Globo. 

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse nesta terça-feira que tem percebido avanço nas investigações. "Houve um afunilamento das hipóteses", ressaltou, após participar de um encontro com secretários do setor na Feira Internacional de Segurança Pública e Corporativa (LAAD, na sigla em inglês) na capital paulista.

Segundo o ministro, as equipes que trabalham no caso demonstram confiança de que chegarão até os responsáveis por ordenar a execução da vereadora. "Eu sinto das pessoas, quando converso lá, que elas estão animadas, de que vão conseguir colocar na cadeia não só os que executaram, mas também chegar aos mandantes desse crime que chocou a todos nós", acrescentou. O crime completa um mês no próximo sábado.