Durante a manifestação, a técnica de enfermagem Maria de Fátima da Silva, mãe de DG, agradeceu a todos pela presença e pediu mais respeito pelos moradores de comunidades. Ela entrou no meio da roda formada pelos manifestantes empunhando um surdo. A cada batida que ela dava no instrumento, as pessoas gritavam DG.
Os moradores trouxeram faixas e cartazes com frases contra a violência policial e lembrando o nome de outras pessoas mortas em situações semelhantes. A Polícia Militar deslocou grande número de viaturas para as proximidades do protesto, mas evitou intervir na manifestação que, por enquanto, é pacífica.