O MP tenta reforçar a tese de que o médico foi executado, diferentemente do que é defendido pela Polícia Civil, que remeteu o inquérito com tese de que ele foi vítima de latrocínio - roubo seguido de morte.
Eliseu Santos, 63 anos, foi assassinado no dia 26 de fevereiro deste ano, no bairro Floresta, em Porto Alegre. Conforme o MP, o ex-secretário foi morto por tentar acabar com um esquema criminoso de pagamento de propina na Secretaria Municipal da Saúde. A empresa Reação, que fazia segurança em postos de saúde, estaria envolvida nas irregularidades.
A Câmara de Porto Alegre aprovou na quarta-feira o projeto do vereador Nelcir Tessaro que dá o nome de Eliseu Felippe dos Santos, ao Hospital de Pronto Socorro. A iniciativa foi aprovada por unanimidade. Segundo o diretor-geral do Demhab, Humberto Goulart, a homenagem foi um reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelo ex-secretário na área da saúde pública.