Ronaldo Cirne Coelho, que segue preso, e Jaerson Martins de Oliveira, que teve a prisão revogada e está solto. Na audiência de instrução do dia 24, as testemunhas do crime serão ouvidas, e, caso todas estejam presentes, a juíza também vai interrogar os réus.
No dia 8 de julho, um dos acusados de participar da morte do publicitário teve negado o pedido de liberdade. A juíza Cláudia Sulzbach, da 1ª Vara Criminal do Foro da Tristeza, alegou que não foram apresentados novos elementos que tornassem possível a mudança de posicionamento em relação à prisão preventiva.
Kunzler foi morto quando chegava em casa no dia 24 de fevereiro em um condomínio na zona Sul da Capital. O publicitário foi seguido por dois criminosos em uma motocicleta desde o bairro Moinhos de Vento, onde havia sacado R$ 44,2 mil de uma agência. O dinheiro, que estava em um malote, foi levado pelos criminosos. Segundo a delegada Áurea Regina, Kunzler foi vítima do crime conhecido como “saidinha de banco”.