Foram expedidos 25 mandados de prisão e 31 de busca e apreensão para serem cumpridos em Porto Alegre, Novo Hamburgo, Canoas, Sapucaia do Sul, Alvorada, Esteio, São Leopoldo e Canela. Outras 16 pessoas já haviam sido presas ao longo das investigações. Cerca de dez armas foram apreendidas.
O grupo seria responsável pelo assalto a uma agência do Sicredi, em Barão, no mês de abril, e a um ataque a um estabelecimento comercial, em maio, no qual um criminoso foi morto. Além disso, há indícios de que a quadrilha atuava também no comércio de drogas.
Segundo o titular da Delegacia de Repressão ao Roubo de Veículos, delegado Heliomar Athaydes Franco, as duas quadrilhas eram sediadas em São Leopoldo e em Porto Alegre. “A quadrilha do Vale do Sinos se dedicava ao tráfico, roubo bancos e também a roubo de veículos. Aqui em Porto Alegre, os roubos eram dirigidos a estabelecimentos comerciais e residências e também a lojas de carros. Eles revendiam para outras quadrilhas realizarem roubos a bancos.”
De acordo com o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), os criminosos clonavam placas de veículos oficiais da Polícia Civil. Em muitos dos ataques, se faziam passar por agentes. Cerca de 200 policiais trabalham na operação hoje.