Polícia

Autorizada quebra de sigilos de professora desaparecida em Pelotas

Família oferece recompensa de R$ 10 mil para quem trouxer informações

Cláudia Hartleben, 47 anos, desapareceu na noite do dia 9 de abril da casa onde mora com o filho
Cláudia Hartleben, 47 anos, desapareceu na noite do dia 9 de abril da casa onde mora com o filho Foto : Reprodução / Facebook / CP
A professora Cláudia Hartleben, de Pelotas, no Sul do Estado, está desaparecida há 25 dias e e a polícia segue sem pistas sobre o que possa ter acontecido com a docente. Nesta segunda-feira, a Justiça autorizou a quebra dos sigilos bancário e telefônico da professora. Porém, o delegado Félix Rafanhim, responsável pelo caso, admite que até o momento não há novidades contundentes após a revelação das informações. “Estamos esperando o Banco Central encaminhar a totalidade dos dados, mas já sabemos que não houve movimentações expressivas nas contas bancárias”, destacou.

O delegado garante que as testemunhas que estiveram com Cláudia antes do desaparecimento já foram ouvida,s mas nada de concreto foi levantado até o momento. Familiares e amigos lançaram campanha nas redes sociais e oferecem recompensa de R$ 10 mil para quem trouxer informações sobre o possível paradeiro da professora.

Cláudia Hartleben, de 47 anos, professora da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) desapareceu na noite do dia 9 de abril da casa onde mora com o filho e não foi mais vista. Cartazes com o rosto dela foram espalhados em pontos estratégicos do Rio Grande do Sul, como a Estação Rodoviária de Porto Alegre.