Cristiane ficou presa por um dia na Penitenciária Industrial de Caxias do Sul antes de ser transferida para o Presídio Regional, pelo temor de ser agredida pelas outras detentas.
O advogado da babá alegou, no pedido de soltura, que ela vinha sofrendo problemas mentais e não descartava a possibilidade de cometer suicídio na cadeia. A Justiça aceitou o argumento da defesa, mas ordenou que ela se submeta a tratamento médico uma vez por semana e compareça a todos os atos processuais.