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Uma semana depois do primeiro ataque de traficantes que levou o terror às ruas do Rio, 2,7 mil homens da Polícia Civil, da Polícia Militar (PM), da Polícia Federal (PF) e das Forças Armadas entraram no Complexo do Alemão. Não houve o combate que a polícia esperava, o que evitou uma guerra sangrenta. No início da tarde, a polícia hasteou uma bandeira do Brasil e outra do Estado do Rio no ponto mais alto do morro.
Conforme Beltrame, Complexo do Alemão continuará ocupado. "Podemos garantir que aquela área vai permanecer ocupada e policiada", disse ele. Para o secretário, o território resgatado hoje na zona norte da capital fluminense "era o coração do mal".
Beltrame afirmou também que os próximos passos da estratégia de combate ao tráfico no Rio incluirá as comunidades do Vidigal e Rocinha, localizadas na zona sul da cidade. Ele enviou um recado para os bandidos: "Quem apostar na derrota, vamos dobrar a aposta."
Para ele, a operação contra a criminalidade não vai ser debelada com facilidade e tranquilidade. "Foi muito importante porque se gerou expectativa de solução para um problema que não sei se as pessoas achavam que iria se resolver", disse.
Beltrame também agradeceu o esforço e a participação das instituições envolvidas na operação, como as polícias Civil, Militar e Federal, além da Secretaria de Saúde e do Corpo de Bombeiros. Conforme Beltrame, ainda não há um balanço da operação, pois segundo ele, "a toda hora temos prisões e apreensões e acredito que isso vai continuar por alguns dias".