As viaturas consertadas pertenciam em maior parte a Porto Alegre, Região Metropolitana e Vale dos Sinos, mas também havia veículos da Serra, Litoral e região Centro-Sul. “Algumas viaturas já haviam sido arrumadas desde a terça-feira. Para outras, a empresa precisou trazer peças de fora do Estado”, explicou o tenente-coronel Eviltom Pereira Diaz, chefe de comunicação da Brigada Militar. De acordo com ele, o policiamento nos batalhões afetados pelo defeito nas viaturas teve de ser adaptado até que os veículos retornassem.
“Dizer que não houve nenhum prejuízo não é verdade, mas todos os comandantes foram orientados a tomar estratégias para minimizar o problema”, salientou o tenente-coronel. Entre as práticas incentivadas estavam o policiamento a pé ou com a utilização da frota já existente. A Brigada afirma, no entanto, que não houve custos aos cofres públicos.
Os automóveis haviam sido adquiridos pela corporação neste ano e foram recolhidos no dia 7 de junho. O conserto ocorreu em Porto Alegre, graças a uma torça-tarefa dos mecânicos. A Ford ainda não deu detalhes sobre o problema encontrado nestes veículos. Em julho, 172 novas viaturas devem entrar em operação na Brigada Militar.