O Comando do 1° BPM descartou o pedido feito pela comunidade escolar do Loteamento Cavalhada, zona sul de Porto Alegre. De acordo com professores, alunos e pais, a criação de um posto fixo da Brigada Militar na região evitaria os perigos a que são submetidos os moradores quando há confronto entre traficantes que tentam ocupar áreas estratégicas para a venda de drogas no bairro.
“Garantimos hoje o policiamento a pé e com patrulhas a quase 40 escolas da região, por isso, fica inviável a construção de um posto junto à escola. Sabemos, pelas ligações ao Ciosp (Centro Integrado de Segurança Pública), que há reclamações sobre possíveis tiroteios. Quando chegamos ao local não constatamos absolutamente nada. O nosso objetivo é aproximar policiais militares da comunidade escolar”, afirmou o comandante do Batalhão, major Jairo de Oliveira Martins.
Em julho, através de um programa de prevenção às drogas, os PMs vão começar um trabalho educacional com estudantes da 4ª série do Ensino Fundamental da Escola Municipal Neusa Brizola, onde ocorreu tiroteio anteontem.
BM descarta posto fixo próximo à escola vítima de confrontos entre traficantes
Comando justifica que patrulha escolar garante segurança a quase 40 colégios