Até agora, a policia não tem pistas sobre o destino de Luane. Diariamente, soldados da Brigada Militar, familiares e amigos têm promovido buscas em matos nos arredores da cidade, mas até agora não encontraram nenhum vestígio.
Segundo o capitão Gonçalves, esse é um procedimento normal, previsto em lei. O capitão explicou que primeiro é feita uma comunicação de falta ao serviço e em caso de não haver resposta em 24 horas, o policial militar passar ser considerado ausente. Passados oito dias, é considerado desertor, de acordo com o Código Penal Militar. Depois, o policial militar passa a ser agregado e deixa da fazer parte do quadro de pessoal. Por fim, se encontrado, o desertor é recolhido, sendo levado a julgamento pela Justiça Militar, podendo ser excluído das fileiras da Brigada Militar.
O capitão Adair Couto Gonçalves disse que esse procedimento administrativo é tomado para aqueles policiais militares que já têm estabilidade, como é o caso da PM Luane Chaves Lemes. Ela está na Brigada Militar há cinco anos.