De acordo com o comandante do CPC, coronel Atamar Cabreira Filho, o número de formandos no Proerd, no primeiro semestre deste ano, foi de 3.564 alunos. São crianças da primeira série a sexta do Ensino Fundamental, de cinco escolas municipais, 57 estaduais e sete particulares. A meta, salientou Cabreira Filho, é capacitar 8 mil alunos até o final do ano.
“Pegamos esta faixa etária porque é quando os traficantes estão tentando aliciá-las”, explicou o comandante do CPC. “O Proerd pode ser ministrado para o Ensino Médio e temos um módulo para os pais ou responsável, que dura um mês”.
O curso é desenvolvido em dez encontros, com atividades uma vez por semana. Há conscientização para resistência às drogas, sendo explicados os males que os entorpecentes causam e suas consequências. É feito um trabalho anti-bullying e contra a violência em geral. Não passar trotes para o 190, é salientado, pois este ato pode prejudicar uma pessoa que esteja precisando do serviço.
Com crianças menores, da 1ª e 2ª séries, é enfatizado o cuidado na rua. Para isso é feita uma dramatização, simulando a situação em que os pais não foram buscar o filho na escola. Uma das orientações dos professores do Proerd é a criança ter sempre o número do telefone do pai ou da mãe anotado no caderno e, nesse caso, procurar um telefone público ou da escola e ligar.