Em menos de um mês, a imprensa já noticiou pelo menos cinco casos de furto de rodas em Porto Alegre. Os casos são investigados individualmente pelas delegacias das áreas em que ocorreram os crimes. Não há estatísticas sobre esse tipo de ação. A Brigada Militar (BM) reclama que parte dos casos não é denunciada.
Os cinco crimes ocorreram nas ruas Eça de Queirós, bairro Petrópolis; Vicente da Fontoura, bairro Santa Cecília; Felipe Camarão, Bairro Bom Fim; Voluntários da Pátria, em frente à 17ª Delegacia, no bairro Floresta, e na rua Oito de Julho, no Jardim Botânico.
Conforme o comandante do 9ª Batalhão de Polícia Militar (BPM), responsável por três desses cinco bairros, só o caso do Bom Fim chegou à Polícia. O major Francisco Vieira explicou que não foi o dono do automóvel quem acionou a segurança pública, mas sim moradores da região que perceberam o problema.
A delegada responsável pela 17ª Delegacia, Kátia Régio, disse que não há indícios ligando o furto registrado em frente à unidade policial com os outros crimes.
O delegado de Furtos e Roubos de Veículos disse que esse tipo de delito é investigado pela delegacia mais próxima de onde o ataque é registrado. A divisão de Planejamento da Polícia Civil explicou que não há uma estatística especifica para o furto de rodas, que é registrado juntamento com os demais tendo automóveis como alvo.
BM reclama da falta de denúncias de furto de rodas
Em menos de um mês, cinco casos foram noticiados pela imprensa