Polícia

BM usa negociador e situação segue tensa no Madre Pelletier

Detentas colocaram fogo em colchões e avenida Teresópolis está bloqueada

BM usa negociador e situação segue tensa na Madre Pelletier
BM usa negociador e situação segue tensa na Madre Pelletier Foto : Wesley Santos / AE / CP
O comandante das Patrulhas Especiais (Patres), unidade do Batalhão de Operações Especiais da Brigada Militar, major Francisco Vieira, chegou por volta das 16h30min à Penitenciária Feminina Madre Pelletier, na zona Sul de Porto Alegre, para negociar com as presas e tentar apaziguar a situação no local, que segue tensa. O Grupo de Ações Especiais (Gaes) da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), o 1º Batalhão de Operações Especiais (1º BOE) da Brigada Militar e o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) tentam controlar o motim que teve início no começo da tarde.

Das janelas, elas gritam para quem está do lado de fora. "Ô, repórter, sai daí que vai ter tiro", dizia uma das presas às equipes de reportagem que fazem a cobertura da rebelião. As detentas atearam fogo em colchões, mas não há mais fogo ou fumaça visível. Duas viaturas do Corpo de Bombeiros estão no local. A avenida Teresópolis está bloqueada no sentido Centro-bairro.

O diretor-adjunto do Departamento de Segurança e Execução Penal, Alberi Pereira, o promotor e o juiz da Vara de Execuções Criminais (VEC),Gilmar Bortoloto e Luciano Pretto, respectivamente, negociaram com as detentas. De acordo com a Susepe, a rebelião se concentra na Ala E, envolve cerca de 80 apenadas e teria começado depois que foram apreendidos celulares e drogas com visitantes.

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