O bairro com maior prisão de foragidos é a Restinga, com 35 prisões de detentos foragidos, desdde janeiro. O segundo colocado é o bairro Chapéu do Sol, com cinco prisões. Vindo o restante com uma média de dois ou três detenções. “Estamos dando ênfase a abordagem policial nos locais com maior incidência de crimes ou tiroteios”, explicou o comandante do 21º BPM, tenente-coronel Oto Amorim.
Para isso, os policiais militares da corporação, tanto do setor de inteligência (P2) como do policiamento ostensivo, estão mapeando os suspeitos e como estão agindo. “Quando temos uma ocorrência, procuramos saber se determinado suspeito está naquela zona ou não”, disse Amorim. “Temos indicações de quais criminosos estão residindo em determinada região, aqui do Extremo-sul.”
Além do mapeamento, os policiais também têm reuniões no batalhão. Toda semana são analisada as ocorrências e quem pode estar envolvido em determinado crime. Não há um dia específico para estes encontros. Se, por exemplo, ocorrer um tiroteio na quarta-feira, na quinta, os PMs das áreas de policiamento e inteligência, já estarão trocando informações e mapeando o local e quem poderia ter sido o autor de um assassinato ou ter tiroteado, explicou Amorim. “Este levantamento tem nos levado, invariavelmente, a foragidos do sistema prisional”, atestou o oficial.