* Com informações do repórter Eduardo Paganella
A Polícia Civil irá utilizar as imagens das câmeras de segurança do bairro onde o jornalista Tagliene Padilha Cruz morava para identificar quem teria sido o autor do crime. Segundo informações da delegada Roberta Bertoldo, da 2ª DPHPP, as câmeras de vigilância do prédio onde a vítima morava não estavam funcionando. As duas principais linhas de investigação são de homícidio ou latrocínio, já que o celular e o notebook da vítima sumiram.
Segundo a delegada Roberta, o criminoso teria sido convidado para entrar na casa de Tagliene, já que não há indícios de arrombamento na casa. Sobre a causa da morte, a delegada afirmou que será preciso esperar os laudos do Instituto-Geral de Perícia. "Existem lesões na cabeça, mas não posso dizer por enquanto se foi facada, paulada ou tiro", disse Roberta.
Os agentes da 2ª DPHPP vão agora tentar refazer os últimos passos da vítima antes de ser morta, buscando pistas nas redes sociais e nos contatos telefônicos. Os laudos periciais, como a coleta de impressões digitais na cena do crime, estão sendo aguardados.
Acionada após a descoberta do corpo, a Brigada Militar foi até o prédio e isolou a área. Além da Polícia Civil, o Departamento de Criminalística e o Departamento Médico Legal também compareceram no local. Os policiais militares do 9º BPM constataram que a vítima estava de moletom com capuz. Segundo moradores do edifício, um indivíduo desconhecido foi visto entrando no prédio domingo.
Tagliene era assessor de imprensa e residia em um apartamento no terceiro andar de um prédio residencial na avenida João Pessoa.
Câmeras de segurança serão usadas na investigação da morte de jornalista
Tagliene Padilha Cruz foi encontrado morto em apartamento na noite dessa segunda-feira