Eles foram detidos em dois veículos, após serem abordados por policiais militares, nas imediações do Banco do Brasil do centro de Tramandaí. Segundo o delegado Paulo Perez, as cinco pessoas não portavam documentos, sendo conduzidas à Delegacia de Polícia local para prestar esclarecimentos. O delegado Juliano Ferreira, da Delegacia de Roubos e Extorsões da Polícia Civil, descartou a participação dos suspeitos no ataque à agência bancária do Banco do Brasil, na madrugada desta terça-feira, em Torres.
Coincide no caso o fato de a polícia suspeitar que a quadrilha que atacou o banco seja catarinense. Não foi informado o valor levado pelos criminosos, mas o montante é menor que o prejuízo causado pela explosão da unidade financeira, conforme os investigadores.
O ataque ocorreu por volta da 1h30min. Ainda é desconhecido o número de integrantes do bando armado com fuzis e pistolas que atacou a agência, usou dois reféns como escudo e trocou tiros com a Brigada Militar. Ninguém ficou ferido. Os ladrões fecharam a rua XV de Novembro, arrombaram o prédio em que fica o banco e detonaram explosivos.
As imagens das câmeras de segurança da agência flagraram dois homens preparando explosivos em seis caixas eletrônicos. A pessoa que gravou o confronto entre criminosos e policiais ainda não foi localizada, disse o delegado Jaeger. Foi o 15º ataque a banco com uso de explosivos no Rio Grande do Sul em 2012 - mesmo número registrado em todo o ano passado.