O diretor da Ugeirm-Sindicato, Fábio Castro, adiantou que na próxima segunda-feira haverá encontro com os colegas do Deic. O sindicalista declarou que o principal argumento para a adesão ao movimento que pretende paralisar as operações policiais é a possível diferença salarial entre classes. Pela proposta do governo, em 2018, um agente com nível superior passaria a receber R$ 3,7 mil, enquanto um delegado ganharia R$ 18 mil. No entendimento da categoria, trata-se de um abismo consolidado por uma diferença de quase R$ 15 mil.
Até o fim de fevereiro, haverá nova audiência no Palácio Piratini, mas a categoria já agendou assembleia para 7 de março para deliberar sobre a greve.