“Eles agiram de forma inopinada e houve, segundo relato dos participantes da ação, troca de tiros entre criminosos e agentes policiais, infelizmente vindo a falecer uma das vítimas”, declarou. Ele disse que será feita perícia balística nas armas usadas na ação para identificar a autoria do disparo.
Entenda o caso
Uma pessoa morreu em ação conjunta entre a Polícia Civil do Paraná e as polícias Civil e Militar do Rio Grande do Sul. Agentes invadiram um cativeiro onde dois empresários eram mantidos reféns atrás da Câmara de Vereadores de Gravataí.
O 1º sargento do serviço de inteligência da Brigada Militar Ariel da Silva foi atingido por cinco disparos de fuzil por volta da 1h30min dessa quarta-feira, em Gravataí. A versão apresentada pelos policiais paranaenses é de que o policial militar (PM) atirou contra eles em uma abordagem e ocorreu então o revide com tiroteio. O coronel Silanus Mello, responsável pelo Comando de Policiamento Metropolitano da Brigada Militar, não acredita na hipótese de o PM ter decidido abordar, de moto, um carro com três ocupantes. Ariel da Silva estava à paisana, de folga e voltava da casa do pai. "O sargento estava caído, ainda com vida, ao lado da moto e da sua pistola. Estava distante cerca de sete metros atrás do Logan", disse.