O carro estava estacionado na rua Garibaldi, completamente coberto por sereno - o que indica que passou horas parado na via durante a madrugada. O veículo foi periciado e, segundo a Polícia Civil, tinha placas de São Leopoldo, que teriam sido clonadas.
O cofre estava no banco traseiro do automóvel, já danificado. A corporação acredita que os criminosos tenham usado um maçarico para arrombar o equipamento. Não foi encontrado dinheiro. Como o banco Santander não informou se havia alguma quantia dentro do cofre, a Polícia Civil não pode estimar o valor do roubo.
Suspeita é que quadrilha teria informações privilegiadas
Ainda não há suspeitos para o crime, mas a Polícia Civil trabalha com a hipótese de que a quadrilha teria informações privilegiadas. De acordo com o titular da Delegacia de Roubos do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), Joel Wagner, o bando era composto por cinco homens.
Dois criminosos teriam invadido o estabelecimento e rendido os dez operários que trabalham na reforma do local. Outros três aguardavam do lado de fora, fortemente armados. Conforme Wagner, não havia vigilantes ou vigia na área. Para o delegado, o modo como a quadrilha realizou o ataque pode sustentar a possibilidade de que os criminosos conheciam o funcionamento do banco.
O assalto
Por volta das 23h dessa quinta-feira, o banco Santander foi atacado. A agência bancária está em obras há mais de uma semana. De acordo com a 1ª Companhia da Brigada Militar, a quadrilha pode ter usado outro carro, além do Ford Fiesta, no crime. A BM informou que a mesma agência bancária já tinha sido arrombada. Na oportunidade, dois caixas eletrônicos foram violados.