Prolla foi socorrido, mas chegou sem vida ao Hospital São Vicente de Paula. Uma das crianças ficou ferida por estilhaços, mas passa bem. De acordo com a inspetora da Delegacia de Polícia de Pronto-Atendimento de Cruz Alta a mãe de Prolla, Margareth Pereira, 49 anos, já prestou depoimento e acusou pelo assassinato um concunhado da vítima e o irmão do atirador, que, segundo o relato, deu os golpes de facão.
De acordo com a polícia, uma desavença em família pode ter motivado o crime. Os dois irmãos, cujos nomes foram mantidos em sigilo pela polícia, seguem foragidos. Prolla já havia registrado ocorrência de ameaça contra os acusados.