O órgão não informa quem ou quantos são esses juízes ameaçados. No entanto, diz que pediu às corregedorias regionais uma atualização dos relatos de situações de risco vividas em todo o país.
A preocupação com a segurança dos magistrados ganhou proporção após o assassinato da juíza Patrícia Acioli, no Rio de Janeiro. Conhecida pelo combate a milícias fluminenses, ela foi morta com 21 tiros em agosto. Apesar de integrar a Justiça estadual do Rio de Janeiro, a morte alarmou colegas que atuam em nome da União.
Outra medida de segurança adotada pela Corregedoria é pedir à Polícia Federal que reforce a atuação no interior do país, área “normalmente desatendida e mais exposta às ações do crime organizado”. O órgão também está determinado a facilitar a obtenção do registro de armas de juízes e diretores de foro, uma das principais reclamações da categoria.