Polícia

Dívida com fornecedora deixa cerca de 400 presos sem tornozeleiras de monitoramento

Susepe garante que ordem de pagamento já foi definida, mas aguarda repasse de verba

Susepe garante que ordem de pagamento já foi definida, mas aguarda repasse de verba
Susepe garante que ordem de pagamento já foi definida, mas aguarda repasse de verba Foto : Camila Domingues / Palácio Piratini / CP Memória
As dificuldades financeiras do Estado também se refletem no monitoramento de presos que usam tornozeleiras eletrônicas. A dívida de dois meses com a empresa responsável por disponibilizar os equipamentos deixa cerca de 400 apenados sem o acompanhamento. A Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) garante que o pagamento está definido, mas falta o repasse da verba.

Os presos que deveriam ser monitorados foram colocados em prisão domiciliar, de acordo com a Susepe. Com o pagamento, voltarão a utilizar o equipamento e ter a liberdade vigiada por agentes do Estado. O Rio Grande do Sul tem 1.086 presos sendo acompanhados com o uso da tecnologia, conforme a superintendência.

Além desse problema, outros 2,5 mil presos que poderiam estar usando as tornozeleiras eletrônicas estão nas ruas sem nenhum tipo de monitoramento, conforme a Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris). A Susepe informa que o numero corresponde às novas vagas que estão sendo abertas. Não há, ainda, uma definição de quando poderão começar a ser vigiados pelo sistema.