O suspeito está no Instituto Psiquiátrico Forense (IPF), em Porto Alegre, para onde foi transferido na noite passada. A medida foi tomada pela direção da casa prisional de Montenegro, que considerou mais prudente mantê-lo no IPF.
Em depoimento à polícia, ele negou ter cometido o crime ou ter estado na região no momento em que ocorreu o incêndio. O delegado Pereira, porém, confirmou que uma testemunha disse ter visto o preso atear fogo ao chalé com as duas crianças dentro.
A suposta motivação para o crime é uma desavença entre o suspeito e a mulher, que era mãe de um dos meninos e irmã do outro. O homem já havia registrado uma ocorrência de violação de propriedade contra ela.