O executivo britânico é acusado de integrar esquema de venda ilegal de ingressos para a Copa do Mundo. Os advogados pedem que Whelan responda ao processo em liberdade e garantem que ele não vai fugir do país. A defesa propôs, inclusive, a entrega do passaporte dele.
Além de Whelan, no dia 10 deste mês, a Justiça do Rio determinou a prisão de dez acusados de fazer parte do esquema. Segundo o Ministério Público, autor da denúncia, os acusados vão responder por organização criminosa, cambismo, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal. Outro pedido de liberdade para o diretor da Match foi rejeitado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
A empresa tinha autorização da Federação Internacional de Futebol (Fifa) para comercializar bilhetes do Mundial.