Os policiais cumprem 18 mandados de prisão preventiva e outros 32 de busca e apreensão. Por seis meses o bando foi investigado. Conforme o titular da Delegacia de Roubo de Cargas do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), delegado Luciano Peringer, os bandidos aliciavam motoristas que tinham sido contratados para entregar uma carga e encaminhar esse material para outro local.
Em troca, os condutores recebiam um percentual da carga. Um dia depois, eles iriam a uma Delegacia de Polícia anunciar que tinham sido roubados.
A operação foi denominada de Kombi, porque o seu centro de investigação é o Porto Seco de Uruguaiana. Conforme o chefe da Polícia Civil gaúcha, delegado Ranolfo Vieira Júnior, um dos mandados de prisão não poderá ser cumprido, pois o investigado está no Chile.