“Nossas propostas são várias”, afirmou o presidente da Asdep, delegado Wilson Muller, “greve geral ou parcial, demissão em massa dos diretores sem que ninguém ocupe estes cargos”, citou ele. “O que nós não vamos abrir mão é de ter um realinhamento com os procuradores do Estado. Isso é uma decisão do Supremo Tribunal Federal.”
Outra possibilidade que está sendo analisada, segundo Muller, é o apoio dos delegados à paralisação programada dos agentes, marcada para o dia 29. A questão ainda não foi definida. “Temos mais de 200 delegados e todos terão a palavra à disposição.”
O secretário-chefe da Casa Civil do governo do Estado, Carlos Pestana, espera uma decisão dos policiais para negociar: “Primeiro nós temos que receber a proposta e depois vamos estabelecer os prazos”.