Os dois também foram denunciados por associação para o crime. Conforme a denúncia, assinada pelo promotor de Justiça Gabriel Fontana, a dupla, em conjunto com outras pessoas não identificadas, participou diretamente das coordenações de ataques e da obtenção de armas de fogo e veículos, utilizados em especial para crimes do tipo “saidinha de banco”, do qual Kunzler foi vítima.
O MP também teve o pedido de prisão preventiva de Ronaldo Cirne Coelho atendido. A solicitação, conforme o promotor, foi feita levando em conta os princípios da garantia da ordem pública e da instrução do processo, e levando em conta que a prisão temporária dele está prestes a expirar. O pedido de preventiva para Jaerson de Oliveira, que está em liberdade e é apontado como caroneiro da moto e suspeito de autor do disparo contra o publicitário, foi negado.
Já em relação aos demais indiciados pela Polícia Civil (foram nove no total), o Ministério Público requer novas diligências e entendeu que as provas, até agora, não foram suficientes.