Após o crime, os taxistas bloquearam três das quatro faixas da Ipiranga, esperando que o boletim de ocorrência fosse feito. O fato causou lentidão no trânsito entre a avenida Azenha e a rua São Luís. Em seguida, se deslocaram ao HPS. Houve a informação, não confirmada pelo hospital, de que um suspeito registrou entrada na instituição.
Em razão do protesto, a avenida Venâncio Aires registrou congestionamento e foi bloqueada pela Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) desde a avenida João Pessoa, por volta das 23h15min.
Clima tenso no protesto
O protesto em frente ao HPS pedia mais segurança aos taxistas. Dentre as reivindicações, eles requeriam maior atuação da Brigada Militar nas barreiras policiais, onde, segundo os taxistas, apenas os motoristas são revistados e nada ocorre com os passageiros. Além disso, os manifestantes presentes reclamaram da falta de atuação das entidades sindicais da categoria.
Conforme a reportagem da Rádio Guaíba, ocorreu um princípio de tumulto entre os taxistas e agentes da EPTC. A seguir, um veículo tentou furar o bloqueio e o contudor discutiu com os manifestantes e, por pouco, eles não brigaram. As confusões foram contornadas pela Brigada Militar.
Vítima teria reagido a assalto
Segundo informações da polícia, Rodrigo teria reagido a uma tentativa de assalto e sofrido pelo menos três tiros dos assaltantes, que não teriam levado nada do veículo, abordado na rua Jacuí por volta das 19h30min.
A mulher de Rodrigo, conforme o presidente da Associação Nacional das Famílias de Taxistas, Luiz Adriano Mesquita Soares, está grávida.