Segundo o superintendente substituto, Afonso Auler, o detento teria pedido homologação ao Judiciário para trabalhar em uma transportadora. Porém, ele não esperou sair a permissão e viajou para São Paulo.
Auler garantiu que o preso continua sendo monitorado, mesmo fora do Estado, e quando for recambiado, responderá a uma processo administrativo. Ele pode, inclusive, regredir de regime. Atualmente, 143 presos usam a tornozeleira.