Atendendo determinação da 7ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça de Porto Alegre, a Polícia Civil prendeu preventivamente nesta sexta-feira dez integrantes da Nasf Portaria e Segurança. Um dos homens que está em Porto Alegre é considerado foragido. As ordens de prisão estão relacionadas ao ganho de recurso impetrado pelo Ministério Público, em função que na época da primeira prisão, em abril, um juiz local não havia decretado a preventiva dos envolvidos na empresa. Eles são acusados entre outros crimes de formação de milícia armada e tortura.
Para efetuar as prisões foi realizada uma força tarefa formada por agentes da Polícia Civil, do Ministério Público, agentes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com apoio da Polícia Civil e Brigada Militar.
O proprietário da empresa, por ser tenente reformado, foi levado para quartel da Brigada Militar, em Porto Alegre; dois sargentos para unidade do 9º Batalhão, em Pelotas; e o restante, dentre os quais o filho do tenente, para o Presídio Regional de Pelotas.
Durante a investigação da Operação Braço Forte, comandada pelo Ministério Público, descobriu-se que o oficial e o filho chegavam a arrecadar R$ 500 mil por mês. A empresa atendia a aproximadamente 5 mil clientes em várias cidades da região sul.
Dez integrantes de empresa de Pelotas são presos novamente
Grupo é acusado de formação de milícia armada e tortura, entre outros crimes