Whelan foi solto na madrugada de terça-feira, após ser denunciado por facilitar a distribuição de ingressos para os jogos da Copa para a venda ilegal. A Match Services informou que Whelan entregaria de forma voluntária sua credencial para a Copa do Mundo, mas reafirmou que seu diretor não cometeu qualquer crime.
A empresa reconheceu que Whelan conversou por telefone com o argelino Mohamadou Lamine Fofana, uma das 11 pessoas detidas na semana passada, quando foi desmantelada uma rede internacional de venda ilegal de ingressos. Segundo a Match Services, não houve "nada impróprio ou criminoso" nas conversas entre Whelan e Fofana sobre a venda de 24 pacotes para a Copa, ao preço correto, que foi "arredondado" de 24.750 dólares para 25.000 dólares cada um.
Juntos, os 24 pacotes valiam 594 mil dólares. A Match Services admitiu que acertar o negócio para pagamento em dinheiro vivo é algo "altamente incomum", mas destacou que a transação não foi concluída.