Conforme o delegado responsável pelas investigações, Luis Fernando Martins, além do dono do automóvel, de 45 anos, os dois fiscais foram intimados a depor. A polícia trabalha com duas hipóteses para o ocorrido: que o veiculo usado era roubado ou clonado, uma vez que o proprietário afirma que não estava conduzindo o carro no momento da agressão.
O chefe de Fiscalização da EPTC, Tarcísio Casper, acredita que ele possa informar o nome de quem estava dirigindo o veículo. Os funcionários agredidos fizeram exames médicos e passam bem. Ambos foram afastados do trabalho para acelerar o processo de recuperação. O radar móvel, avaliado em R$ 76 mil, teve arrancada somente a câmera do equipamento.