De acordo com Paim, as suspeitas tinham um escritório em Guaíba. Eles costumavam fazer os empréstimos, porém lançavam valores a mais do que o pedido pelas vítimas. “Uma pessoa fazia um empréstimo de R$ 2 mil, por exemplo”, contou o delegado. “Porém, o valor vinha a mais, como R$ 6 mil”.
A pessoa, então, ia até o escritório e relatava que tinha vindo dinheiro demais. As suspeitas, conforme Paim, diziam para a vítima ir ao banco e sacar todo dinheiro e que desse a elas o excedente. “Elas diziam que devolveriam para a financeira”, disse o delegado. “No entanto, elas ficavam com o dinheiro”.