A dupla presa vendia ecstasy e ketamina, de uso veterinário como anestésico para cavalos e que provoca efeito alucinógeno no ser humano. Além das drogas, os agentes apreenderam cerca de R$ 600, obtidos apenas nos primeiros minutos da festa de música eletrônica.
Os suspeitos residem na área central de São Leopoldo, onde foram recolhidos três celulares e um notebook. Eles foram seguidos discretamente pelos policiais civis até Porto Alegre. Segundo o delegado Adriano Nonnemacher, o público da dupla eram jovens de classe média e alta do Vale dos Sinos e da Capital.
Diversas formas de venda das drogas eram realizadas, como por exemplo a abordagem direta nas festas ou via telefone celular, além de atenderem os clientes em suas casas. Outra estratégia era por meio de mensagens de telefone, como “a minha bomboniére está cheia”, “tem doce hoje na festa” e “bombom de primeira qualidade”. Nas redes sociais da web, os dois traficantes enviavam mensagens do tipo “vou levar bombom na festa”. Pequenos traficantes também seriam abastecidos por eles.