O veículo estava estacionado na avenida Presidente Roosevelt, a 150 metros da entrada do comitê do PSDB. O delegado só conseguiu utilizar as imagens de uma câmera de vigilância de uma galeria em frente ao local que, segundo ele, são de baixa resolução, no entanto, foi possível visualizar dois homens em uma motocicleta deixando a bomba caseira embaixo da caminhonete.
“Seriam duas pessoas em uma moto potente que jogaram o molotov embaixo da caminhonete, e seguiram em direção à Presidente Roosevelt, (a moto) dobrou na rua Guido Mondin, acelerou e foi embora. Procurei identificar, mas não consegui, porque no lugar é muito deficiente o sistema de câmeras, só tem essa, na galeria”, explica.
Caso a moto tenha ido em direção à rua Voluntários da Pátria, a câmera da Trensurb, que tem alta definição, terá captado a imagem e será possível identificar a placa da motocicleta. Se os dois entraram na rua São Paulo, a identificação dependerá de mais investigação.
O delegado descarta que o crime tenha sido político. Segundo o depoimento dado por Morais dias depois do atentado, ele não teria inimigos e acredita que o incêndio tenha sido causado por vandalismo. A hipótese do delegado é de que o carro tenha sido alvejado por ser o último estacionado e por estar com adesivos, mas que a escolha do partido foi aleatória.