De acordo com o setor de comunicação social da BM, também há atendimentos realizados fora do hospital da corporação, junto a médicos conveniados ao IPE e particulares. A Brigada não dispõe desses números.
Para representantes das entidades de classe representantes da corporação, a rotina de combate ao crime aliada a salários baixos podem explicar o número de atendimento. “Além do serviço na rua, o brigadiano chega em casa e não tem o pão para dar para os filhos”, exemplificou o presidente da Associação de Cabos e Soldados, Leonel Lucas.
O presidente da Associação dos Sargentos, Subtenentes e Tenentes da BM, Aparício Santelano, avaliou que “o policial recebe um salário baixo, tem preocupação com a família... (e nas ruas) está sujeito, a qualquer momento, a virar uma vítima (da violência)”.