A categoria também reivindicou abordagem e revista de passageiros com maior frequência, inclusive com pedido de documento de identificação. Conforme o comandante do CPM, a proposta apresentada pelos taxistas é adequada. O coronel prometeu estudar os locais apontados e adotar procedimentos para minimizar ações de violência contra os trabalhadores.
O encontro aconteceu após uma carreata com cerca de 50 taxistas em protesto contra a morte de Rodrigo João Santos da Silva, 31 anos, baleado em um assalto na zona Sul da Capital no último sábado. Os manifestantes chegaram a cogitar o bloqueio do trânsito na avenida Júlio de Castilhos, no Centro, no fim da tarde, mas desistiram da ideia.
Desde o início de 2010, nove taxistas foram assassinados em ações criminosas no Rio Grande do Sul, um deles na Capital. Com a morte de Alves, o Estado já tem, em média, um óbito por mês de profissionais da categoria.