Participaram ainda o Promotor Daniel Martini, da Promotoria Regional de Defesa do Meio Ambiente e técnicos especializados na área ambiental. O MP colocou à disposição da ação, um bioquímico, um químico e um engenheiro sanitário. A Polícia Civil disponibilizou um geólogo e um biólogo, ambos da Dema.
Na empresa em que foi realizada a prisão, uma companhia de desvaporização e descontaminação de tanques industriais, foram constatadas várias irregularidades. Entre os crimes, destacam-se a falta de licença ambiental e o vazamento para o solo de produtos químicos, o que comprometia uma reserva de água na região. O estabelecimento já havia sido interditado em 2010 pelo Batalhão Ambiental da Polícia Militar (Brigada Militar), mas mesmo com a proibição, continuava operando. O proprietário foi encaminhado ao Presídio Central.
Conforme a delegada Elisângela Reghelin e o Promotor Daniel Martini, desde 2010, foram presas em flagrante por crimes ambientais 18 pessoas e houve 3 lavraturas de termos circunstanciados com a criação da Dema. As autoridades explicam que uma vez constatado o crime ambiental, os técnicos lavram o auto pericial preliminar e as empresas são, então, autuadas e responderão pelos crimes nas 3 esferas: civil, penal e administrativa.