A expectativa de Moura é que agora o governo estadual volte a negociar com a categoria. “Nós estamos aguardando para sexta-feira a chamada do governo para a abertura do diálogo e que a proposta venha ao encontro das nossas reivindicações”.
Para o presidente da Associação dos Oficiais da BM (AsofBM), tenente-coronel José Carlos Ricardi, o movimento não é político-partidário e sim pela dignidade da categoria. “Nós não aprovamos. Isso é uma forma de chamar a atenção para que o governo perceba o quanto está irada a família brigadiana”, afirmou.
O tenente-coronel Ricardi ainda cobrou uma posição do Comando Geral da Brigada Militar. “Esperamos também que o nosso comandante, um homem escolhido pelo governo, apresente projetos que contemplem os seus comandados. Até agora, não vimos nenhum projeto palpável”, prosseguiu o presidente da AsofBM.
A Corregedoria da Brigada Militar já identificou a participação de dois policiais militares nos protestos registrados no Estado. Um deles trabalhou na Casa Militar e outro no governo Olívio Dutra.