Segundo a secretária Mari Perusso, na tarde desta quinta haverá reunião com o setor da construção civil do município para avaliar a possibilidade de permuta com a empresa que assumir os trabalhos. Se avançar, o valor da construção do terreno pode ser abatido do valor do terreno antigo, localizado no Centro da cidade e com alto valor imobiliário. “Nós voltaríamos a ter uma área central revitalizada, pois os imóveis perderam muito valor com o presídio naquele local”, apontou Mari.
Caso a permuta seja a opção escolhida, o governo promete enviar o processo de autorização legislativa à Assembleia ainda neste ano, mas após o período eleitoral. O texto, disse a secretária, terá regime de urgência.
Pelos dados da Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe), o atual presídio sofre com superlotação. São 158 vagas para 183 detentos. O projeto original para o novo presídio dava conta de 481 vagas, entretanto o terreno cedido pela Prefeitura tem um declive acentuado, o que reduzirá o número para cerca de 300, segundo a secretária. Ainda não está definido se serão somente apenados do regime fechado ou também do semi-aberto.