Em 20 de outubro de 2011, o funcionário foi rendido em casa e mantido refém junto com a esposa e os dois filhos, de 15 e 5 anos. Os familiares foram levados a um cativeiro, enquanto foi solicitado ao tesoureiro que sacasse R$ 500 mil do cofre da agência em que atuava. Durante o sequestro, as vítimas foram ameaçadas constantemente, conforme a polícia. Na mesma tarde, porém, a família foi libertada sem ferimentos, e sem que tenha sido efetuado qualquer pagamento.
A Delegacia de Repressão a Crimes contra o Patrimônio e ao Tráfico de Armas (DELEPAT) da PF foi responsável pelas investigações, que apontaram quatro envolvidos no crime. Conforme o delegado José Fernando Moraes Chuy, o provável líder da quadrilha foi morto em dezembro. A operação Assis Brasil terá continuidade, pois ainda falta localizar o último envolvido, bem como o local utilizado como cativeiro pelo grupo.